Entre Deuses e Homens

Jornal do aventureiro
o anão e o corvo de prata

ensiclopédia da quarta Era; por :Griffin Olho da Montanha.

A besta, com suas asas tão longas quanto cavalos e penas tão negras quanto o céu daquela noite, voou pela caverna como um furacão. A força tão poderosa que fez voar ossos e pedras no corpo desprotegido do anão, mas ele não se importou.
Então a criatura cantou sua cansão e enxames de corvos encobriram os herois, mirando em seus rosto seus pequenos bicos afiados, como abutres famintos, mas o anão não se importou.
Abaixo veio a besta, com seu peito prateado e bico afiado, atacando, rasgando armadura e musculo como se fossem o mesmo contra o anão, mas ele não se importou.
Ele agarrou então a besta pelo craneo, fazendo com que descesse sua cabeça até que pudesse olhá-la olho no olho, e, com o balançar de seu martelo, quebrou o bico da besta feito vidro. Então novamente, mirando dessa vez em seu olho do tamanho da mão do heroi, fazendo o globo explodir em gosma transparente e fétida. Ele foi para seu pescoço, finalmente, e, com uma torrente de ataques, destroçou a besta.
Um golpe, pescoço quebrado.
Dois golpes, carne esmagada.
Três, ossos despedaçados.
E assim foi, pelo que pareceu horas, suor e lagrimas como se fossem um só, mas o anão não se importou. Pois enquanto segurava a cabeça já sem vida da criatura que acabara de matar, Liri jazia morta na caverna, e a besta jamais sofreria o suficiente.

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